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segunda-feira, 28 de novembro de 2022

Não Se Pode Servir A Deus E A Mamon

CAPÍTULO XVI

Não Se Pode Servir 
A Deus E A Mamon

• Salvação dos Ricos
•  Resguardar-se Da Avareza • Jesus Na Casa de Zaqueu
• Parábola do Mau Rico • Parábola dos Talentos
• Utilidade Providencial da Riqueza - Provas da Riqueza e da Miséria
• Desigualdade das Riquezas



Instruções Dos Espíritos:

• A Verdadeira Propriedade
• Emprego da Riqueza
• Desprendimento dos Bens Terrenos
• Transmissão da Riqueza


Salvação dos Ricos

1. Ninguém pode servir a dois senhores porque, ou ele vai odiar a um e amar o outro, ou vai se afeiçoar a um e desprezar o outro. Não se pode servir ao mesmo tempo a Deus e a Mamon (Lucas, 16:13).

2. Um jovem aproximou-se de Jesus e perguntou: "Bom Mestre, o que devo fazer para alcançar a vida eterna?". E Jesus lhe respondeu: "Por que você Me chama de bom? Só Deus é bom. Se você quer alcançar a vida eterna, siga os mandamentos." "Que mandamentos?", perguntou o jovem. E Jesus respondeu: "Não matar, não cometer adultério, não roubar, não prestar falso testemunho, honrar o pai e a mãe, e amar o próximo como a si mesmo." O jovem, então, replicou: "Sigo todos esses mandamentos desde que cheguei à mocidade, o que ainda me falta?". E Jesus respondeu: "Se você quer alcançar a vida eterna, venda tudo o que tem e dê aos pobres, e então receberá um tesouro no Céu, depois venha e Me siga." Porém, o jovem, ouvindo essas palavras, retirou-se, muito triste, porque possuía muitos bens. Então, Jesus disse a Seus discípulos: "Em verdade, Eu digo a vocês que é bem difícil um rico entrar no Reino dos Céus." E acrescentou: "É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha, do que que um rico entrar no Reino dos Céus." (Mateus, 16:19 a 24; Lucas, 18:18 a 25; Marcos, 10:17 a 25).


Resguardar a Avareza

3. No meio da multidão, um homem disse a Jesus: "Mestre, ordena a meu irmão que divida comigo a herança que recebemos." E Jesus lhe perguntou: "Homem, que lhe disse que Eu sou juiz para fazer partilhas?". Depois acrescentou: "Tenha cuidado para não ser avarento, porque a nossa vida não dependerá da abundância dos bens que possuímos."

Jesus depois lhe contou essa parábola: "Existia um homem rico, cujas terras haviam produzido muito, e esse homem pensava consigo mesmo: O que farei? Não tenho lugar para guardar tudo o que vou colher. Já sei, pensou ele: derrubarei os meus celeiros e construirei outros maiores ainda, onde colocarei toda minha colheita e todos os meus bens, e então direi a minha alma: você tem agora muitos bens de reserva que irão durar anos. Descanse, coma, beba, divirta-se." Porém, Deus, nesse mesmo instante, disse a esse homem: "Como você é insensato! Sua alma será arrebatada ainda esta noite, e para quem ficará tudo o que acumulou?".

"O mesmo acontece com aquele que guarda tesouros para si mesmo, mas não é rico perante Deus." (Lucas, 12:13 a 21)


Jesus Na Casa De Zaqueu

4. Jesus entrou em Jericó e atravessou a cidade. Lá existia um homem muito rico chamado Zaqueu, que era chefe dos publicanos. Zaqueu queria encontrar Jesus para conhecê-Lo, mas não conseguia devido à multidão e à sua baixa estatura. Assim, correu na frente e subiu em uma grande árvore para vê-Lo, pois Ele deveria passar por ali. Quando Jesus chegou, levantou os olhos e, vendo Zaqueu desceu, rápido, e O recebeu com alegria. Vendo isso, todos murmuraram, dizendo: "Ele vai se hospedar na casa de um homem de má conduta?" (ver, ma Introdução desta obra: Publicanos).

Entretanto, Zaqueu apresentou-se diante de Jesus e Lhe disse: "Senhor, dou a metade dos meus bens ao pobres, e, se fiz o mal a quem quer que seja, pago-lhe quatro vezes mais." E Jesus lhe respondeu: "Esta casa recebeu hoje a salvação, pois você também é filho de Abraão. Porque Eu vim para procurar e salvar o que estava perdido." (Lucas, 19:1 a 10).


Parábola do Mau Rico

5. Havia um homem muito rico que se vestia de púrpura e linho, e que se banqueteava todos os dias. Havia, também, um mendigo chamado Lázaro, deitado à sua porta, todo coberto de chagas e que desejava saciar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico. Mas não lhe sobrava quase nada, e os cães ainda vinham lamber suas feridas. O mendigo morreu e foi levado pelos anjos ao encontro de Abraão. O rico também morreu e foi para o inferno. Quando o rico estava no auge do seu sofrimento, elevou os olhos ao alto e viu de longe Abraão com Lázaro ao seu lado, e, aos gritos, disse: "Meu pai Abraão, tenha piedade de mim e mande Lázaro aqui, para que ele molhe a ponta do seu dedo na água e refresque minha sede, pois sofro muito nesse lugar."

Porém, Abraão lhe respondeu: "Meu filho, você deve lembrar que recebeu seus bens em vida, enquanto Lázaro apenas recebeu migalhas. Por isso, ele está agora na consolação e você nos tormentos. Além disso, nesse momento, existe um grande abismo entre nós, pois aqueles que estão aqui não conseguem chegar até aí, e os que estão aí também não conseguem passar para o lado de cá."

Então, o rico disse: "Eu lhe suplico, pai Abraão, para que envie Lázaro à casa de meu pai, onde tenho cinco irmãos, a fim de contar-lhes o quanto estou sofrendo, para que eles também não venham parar nesse lugar horrível." E Abraão lhe respondeu: "Eles já têm os ensinamentos de Moisés e dos Profetas, que eles sigam esses ensinamentos." "Meu pai Abraão", disse o rico, "se algum dos mortos for encontrá-los, eles se submeterão a sacrifícios a fim de resgatar os pecados que cometeram." Abraão lhe respondeu: "Se eles não ouvem nem a Moisés e nem aos Profetas, não acreditarão em mais nada, ainda que algum dos mortos ressuscite." (Lucas, 16:19 a 31)


Parábola dos Talentos

6. O Senhor age como um homem que, tendo que fazer uma longa viagem para fora de seu país, chamou seus servidores e lhes entregou seus bens. Distribuiu seus talentos segundo a capacidade de cada um. Ao primeiro, deu cinco, ao segundo, dois e ao terceiro, somente um, e depois partiu. Aquele que havia recebido cinco talentos negociou com o dinheiro e ganhou outros cinco. Aquele que havia recebido dois, também negociou e ganhou mais dois talentos. Porém, o servidor que recebeu apenas um talento, cavou um buraco na Terra e lá guardou o dinheiro de seu amo. Depois de muito tempo, o Senhor retornou da viagem e chamou seus servidores para que lhe prestassem contas. Aquele que recebeu cinco talentos, apresentou-se e disse: "Senhor, recebi cinco talentos e trago, além desses, outros cinco que ganhei." E o amo lhe disse: "Bom e fiel servidor, porque você foi fiel com pouca coisa, vou dar-lhe muito mais, venha e compartilhe da minha alegria." Aquele que recebeu dois talentos também se apresentou e disse: "Senhor, recebi dois talentos e trago, além desses, outros dois que ganhei." E o amo lhe disse: "Bom e fiel servidor, porque você foi fiel com pouca coisa, vou dar-lhe muito mais, venha e compartilhe, também, da minha alegria." Aquele que tinha recebido apenas um talento apresentou-se em seguida e disse: "Senhor, sei o quanto é exigente e que colhe onde não semeou, por isso, com medo, escondi o talento na Terra, devolvo agora o que lhe pertence." Porém, o amo lhe disse: "Servidor mau e preguiçoso, se você sabia que eu era exigente, deveria ter colocado meu dinheiro no banco para que, após o meu retorno, eu pudesse retirar com juros o que me pertencia. Tirem dele o talento e deem ao servidor que possui dez talentos. Porque é preciso dar a todos os que têm e eles ficarão na abundância, mas daquele que nada tem, deve-se tirar até mesmo o que ele parece ter. Joguem, portanto, esse servidor inútil nas trevas, onde haverá prantos e ranger de dentes." (Mateus, 25:14 a 30)


Utilidade Providencial da Riqueza - Provas
da Riqueza e da Miséria

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Desprendimento dos Bens Terrenos



Lacordaire - Constantina, 1863  | página: 197


14 - Venho, meus amigos, trazer o meu auxílio para ajudá-los a caminhar corajosamente na via do aperfeiçoamento em que entraram. Somo devedores uns dos outros, e somente pela união sincera e fraternal entre os Espíritos e os Homens é que esse melhoramento será possível.

O apego aos bens terrenos é um dos maiores obstáculos ao adiantamento moral e espiritual do homem. Pelo desejo de possuírem esses bens, destroem seus sentimentos de afetividade e colocam suas energias inteiramente na conquista das coisas materiais. Sejam sinceros: a riqueza proporciona uma felicidade sem problemas? Quando os cofres estão cheio, não existe sempre um vazio no coração? Será que no fundo dessa cesta de flores não existe sempre um réptil escondido? Deus aprova e considera muito justa a satisfação sentida pelo homem que, através de um trabalho honrado e constante, consegue sua fortuna. Porém, dessa satisfação a um apego que absorva todos os outros sentimento e provoque a fieza do coração existe uma distância tão grande quanto a que separa a mesquinhez do esbanjamento, dois vícios entre os quais Deus colocou a caridade, santa e salutar virtude, que ensina o rico a dar sem orgulho para que o pobre receba sem humilhação.

Quer a riqueza tenha vindo de família, quer tenha sido adquirida pelo trabalho, existe uma coisa que não devem esquecer nunca: tudo o que vem de Deus retorna a Deus. Nada, na Terra, pertence aos homens, nem mesmo o corpo que usam: a morte os liberta do corpo como de todos os bens materiais. Considerem-se como aqueles a quem foi confiado um depósito; por isso, não são proprietários, não se enganem. Deus emprestou a vocês e devem Lhe restituir, pois Ele empresta sob a condição de que, pelo menos, o supérfluo reverta em favor daqueles que não têm o necessário.

Quando um amigo empresta um dinheiro, mesmo que vocês não sejam honestos, existirá sempre a obrigação de devolver o empréstimo e ainda ficarem agradecidos. Essa também é a posição de todo homem rico, pois Deus é o amigo celeste que lhe emprestou a riqueza. Ele não pede nada além de amor e reconhecimento, mas exige que o rico dê aos pobres, que, assim como ele, também são Seus filhos.

Os bens que Deus confia aos homens despertam uma ardente e louca ambição em seus corações. Ao se apegarem loucamente a uma riqueza, tão perecível e passageira quanto o corpo que utilizam, esquecem que um dia terão que prestar contas ao Senhor do que Ele lhes emprestou. A riqueza lhes impõe o título de ministros da caridade na Terra, e terão que distribuí-la com inteligência. Quando utilizam a riqueza em benefício próprio, tornam-se iguais àqueles a quem foi confiado um depósito e dele não souberam cuidar. O esquecimento voluntário dos deveres se acabará com a morte, que rasgará o véu debaixo do qual se escondem. Então, terão que prestar contas até mesmo para com aquele amigo esquecido, que um dia os ajudou e que, nesse momento, se apresenta diante de vocês com a autoridade de um juiz.

É em vão que na Terra procurem se iludir, chamando de virtude o que, frequentemente, não passa de egoísmo. O que chamam de economia e previdência não passa de ambição e pão-durismo. O que chamam de generosidade não passa de esbanjamento em favor próprio. Ao deixar de fazer a caridade, um pai de família economiza, junta ouro sobre ouro e diz que tudo isso é para deixar seus filhos com a maior quantidade de bens possíveis, evitando, assim, que eles caiam na miséria. É muito justo e paternal e não se pode censurá-lo por isso, mas será esse o único objetivo a orientá-lo? Não estará ele, muitas vezes, se desculpando para com sua própria consciência? Justificando aos próprios olhos e aos olhos do mundo o apego pessoal aos bens terrenos? Admitindo-se que o amor paternal seja seu único propósito, será isso motivo para esquecer seus irmãos perante Deus? Se ele mesmo já tem o supérfluo, deixará seus filhos na miséria, só porque terão um pouco menos desse supérfluo? Não estará ele dando uma lição de egoísmo e endurecendo o coração de seus filhos? Não estará ele desestimulando-os a praticar o amor ao próximo? Pais e mães, vocês cometem um grande erro acreditando que, desse modo, conseguirão maior afeição de seus filhos. Se eles são ensinados a serem egoístas com os outros, também serão com vocês.

Quando um homem acumula bens pelo suor de seu trabalho, ouvimos dizer frequentemente: "Quando o dinheiro é ganho com esforço, sabemos lhe dar o valo". Nada pode ser mais verdadeiro. Se esse homem que diz conhecer o valor do dinheiro, fizer a caridade segundo suas possibilidade, terá um mérito muito maior do que aquele que já nasceu rico e desconhece as difíceis fadigas do trabalho. Porém, se esse homem que recorda do esforço e do sofrimento que passou para adquirir sua fortuna, se tornar egoísta, insensível para com os pobres, será bem mais culpado do que aquele que já nasceu rico. Porque, quanto mais cada um conhece, por si mesmo, as dores ocultas da miséria, mais deve se empenhar em ajudar os outros.

Infelizmente, o homem de posses sempre carrega consigo um outro sentimento, tão forte quanto o apego à riqueza; é o sentimento do orgulho. É comum ver-se o novo-rico importunar o infeliz que implora sua ajuda, com o relato de suas obras e de suas habilidades. Em vez de ajudá-lo, ainda lhe diz: "Faça como eu fiz". Em sua opinião, a bondade de Deus em nada influiu para que ele conquistasse sua riqueza. O mérito cabe somente a ele. Seu orgulho lhe coloca uma venda nos olhos e lhe tapa os ouvidos. Apesar de toda sua inteligência e capacidade, não compreende que Deus pode derrubá-lo com uma só palavra.

Desperdiçar a riqueza não significa desprendimento dos bens terrenos; é antes, descaso e indiferença. O homem, como administrador desses bens, não tem o direito de esbanjá-los ou usá-los em benefício próprio. O gasto irresponsável não é generosidade; é, quase sempre, uma forma de egoísmo. Aquele que esbanja ouro para satisfazer uma fantasia, talvez não dê um centavo para prestar um auxílio. O desprendimento dos bens terrenos consiste em dar à riqueza o seu verdadeiro valor, em utilizá-la em favor dos outros e não somente em benefício próprio, em não sacrificar, por ela, os interesses da vida futura. Desprendimento dos bens terrenos também consiste em perder a riqueza sem reclamar, se Deus assim julgar necessário. Se, por uma infelicidade inesperada, ficarem como , digam o mesmo que ele: "Meus Deus, o Senhor me deu, e o Senhor me tirou, que seja feita a Sua vontade". Eis o verdadeiro desprendimento.

Sejam, antes de tudo, submissos. Tenham fé Naquele que, assim como deu e tirou, pode devolver. Resistam, com coragem, ao abatimento, ao desespero que paralisa as forças. Nunca esqueçam que, ao lado de uma prova difícil, Deus sempre coloca uma consolação. Existem bens infinitamente mais preciosos que os bens da Terra, e esse pensamento os ajudará a se desprenderem deles. Quanto menos valor derem a uma determinada coisa, menos sensíveis ficarão em relação a sua perda. O homem que se apega aos bens da Terra é como uma criança que apenas vê o momento presente. Aquele que não se apega aos bens terrenos é como o adulto, que vê somente as coisas mais importantes, pois compreende as palavras proféticas do Salvador: "O Meu Reino não é deste mundo".

O Senhor não solicita a ninguém para que se desfaça daquilo que possui e se torne mendigo voluntário, poque, nesse caso, essa pessoa seria uma carga a mais para a sociedade. Agir desse modo é compreender mal o ensinamento do desprendimento dos bens terrenos. É, antes, outro tipo de egoísmo, pois essa pessoa estará fugindo à responsabilidade que a riqueza faz pesar sobre os ombros de quem a possui. Deus dá a riqueza a quem Lhe parece ser bom para administrá-la em benefício de todos. O rico tem, portanto, uma missão que ele pode tornar bela e proveitosa para si mesmo. Rejeitar a riqueza quando é dada por Deus, é renunciar ao bem que se pode fazer administrando-a com sabedoria. Saber viver sem a riqueza quando não temos, saber empregá-la utilmente quando a possuímos e saber sacrificá-la quando for necessário é agir de acordo com a vontade do Senhor. Aqueles que recebem uma boa fortuna devem dizer: "Meu Deus, o Senhor me enviou uma nova tarefa, me envia também as forças para desempenhá-la segundo a Sua santa vontade".

Eis, meus amigo, o que eu queria ensinar quanto aos desprendimento dos bens terrenos, e resumirei, dizendo: Aprendam a se contentar com pouco. Se forem pobres, não invejem os ricos, pois a riqueza não é necessária para a felicidade. Se forem ricos, não esqueçam que seus bens lhes foram confiados, e que terão que justificar o emprego que fizerem deles, como quem preta contas sobre um empréstimo recebido. Não façam como aquele a quem foi confiado um depósito e dele não soube cuidar, fazendo com que servisse apenas para satisfação do orgulho e da sensualidade. Não se julguem com o direito de aproveitar, somente em benefício próprio, a riqueza recebida: ela não lhes foi dada, e sim emprestada. Se não sabem fazer com que ela frutifique, não têm o direito de pedir. Lembrem-se de que aquele que dá aos pobres, salda a dívida que contraiu com Deus.

Transmissão da Riqueza
São Luís - Paris, 1860

15 - O homem é apenas o depositário da fortuna que Deus lhe permite utilizar durante sua vida na Terra. Após o desencarne, terá ele o direito de transmitir essa fortuna a seus descendentes?

O homem, ao desencarnar, pode perfeitamente transmitir os bens que utilizou durante a vida, mas a consolidação desse desejo estará sempre subordinada à vontade de Deus, pois Ele pode, quando quiser, impedir que os descendentes recebam esses bens. É por isso que vemos ruírem fortunas que pareciam solidamente constituídas. Assim, o homem é impotente quanto à vontade que possui de querer manter sua fortuna em família. Porém, isso não lhe tira o direito de transmitir o empréstimo que recebeu, uma vez que Deus poderá retirá-lo de seus descendentes, se assim achar necessário.

O Evangelho Segundo o Espiritismo | Allan Kardec | Por Claudio Damasceno Ferreira Junior Capítulo 16 | Página 188 | Não se Pode Servir a Deus e a Mamon